segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Manual Antifa recomenda “mapeamento” dos opositores – o esquema socialista está por trás das perseguições e da censura

 


Em “Os Demônios”, Dostoiévski retratou a ação revolucionária de um grupo dedicado a fomentar o caos e assassinatos com finalidades políticas. A inspiração veio da própria efervescência militante da época e de um julgamento real, ocorrido em São Petersburgo, em torno de um homicídio cometido por membros de um grupo socialista contra um de seus comparsas. O escritor compareceu às próprias sessões da Corte para tomar notas a fim de subsidiar a trama.

Como ele apenas registrava um fenômeno que estava longe de se esgotar, passados mais de cento e cinquenta anos a vida continua repetindo os modelos eternizados pela literatura.

O movimento antifa é uma militância socialista que usa o combate ao fascismo como pretexto para poder atingir os seus alvos. Trata-se de um movimento de vocação internacional em sua forma e em suas finalidades.

Nenhum deles tem um conceito certo sobre fascismo ou nacional-socialismo, mas se movimentam com base em imagens, percepções e sensações que essas palavras evocam. Há décadas, para o movimento comunista, todo tipo de anticomunismo precisa ser caracterizado como fascismo.

Uma observação assevera bem o modo de proceder desse tipo de máfia ou culto, eles não te matam por ser fascista, te chamam de fascista para poder te matar. O recente assassinato de um proeminente ativista norte-americano é apenas mais um capítulo no histórico assassino dos movimentos de esquerda, porque “todo comunista é um assassino, só espera a oportunidade”.

Se um dado grupo se considera legitimado a suprimir a vida dos opositores, esse fator deve ser submetido a uma análise fria.

O manual antifa (de Mark Bray) recomenda mapear "inimigos" no bairro e ganhar a confiança da comunidade. Ele espera que os membros pertençam a uma rede e coletem nomes e informações residenciais sobre conservadores e outros indivíduos patrióticos. Eles têm medo de se chamar de comunistas,  então dizem simplesmente "antifascista", e usarão essa palavra como pretexto para fazer o que quiserem, é um grupo terrorista e toda organização antifa deve ser desmantelada, portanto a classificação dos antifas como um grupo terrorista é acertada.

As ações bem sucedidas são tomadas após uma colheita satisfatória de informações. Uma investigação provavelmente reuniria informações sobre novos assassinatos que estão sendo planejados no Discord ou quaisquer meios semelhantes a isso exatamente neste momento, tivemos um vislumbre recente com o atentado ao ativista Charlie Kirk.

Aqui colaciono algumas citações sobre isso, encontradas no manual:

 “Faça sua pesquisa. Uma das coisas mais eficazes que você pode fazer como um antifascista é entender seu oponente, saber onde ele se reúne, como ele se organiza. Então seja eficiente em como você acaba com eles”.

– JIM, REINO UNIDO

“Compreenda quais recursos a extrema-direita possui, colete informações pessoais e públicas sobre onde eles vivem, trabalham, o que fazem, quais ideias estão espalhadas em suas sociedades – para poder reagir na mesma escala”.

– YAN, RÚSSIA

“O antifascismo deve ser liderado pela inteligência... você não pode fazer as coisas de forma abstrata... Saiba o que eles estão fazendo, o que eles estão falando, saiba quais grupos destruir, aprenda sobre suas facções internas, trabalhe nisso, aproveite, divida e conquiste”.

– PAUL BOWMAN, REINO UNIDO

(BRAY, Mark. Antifa – O manual antifascista. P. 257/258).

Essas recomendações sempre são feitas com uma linguagem mesclada com slogans e fabricações que visam legitimar os atos de seus agentes. Todo esquerdista precisa se apoiar numa fraude conceitual para melhor exercer o seu poder e justificar transgressões perante a mídia, a comunidade, as autoridades e seus familiares.

O tom é sempre de caráter apelativo, visando instigar a militância ativa, os protestos que ocorrem nos Estados Unidos tentando blindar os imigrantes ilegais e enfraquecer agências de segurança têm congregado militantes organizados.

Um relatório do Congresso americano[1] reuniu mais alguns pontos sobre o padrão de ação desses internacionalistas:

 

A literatura do movimento antifa enfatiza várias maneiras de “tomar ação”. A mesma fonte do movimento que descreve as “obrigações” antifa incentiva os seguidores a perseguirem algumas atividades que parecem ser protestos comuns e legais, bem como outras atividades que parecem mais confrontacionais. Entre suas sugestões, ela incentiva os adeptos a fazerem o seguinte:

- Desenvolver uma presença online/nas redes sociais para promover visões antifa e recrutar.

- Monitorar as atividades de grupos como a KKK, skinheads racistas e neonazistas, bem como pessoas que se descrevem como nacionalistas brancos, entre outros.

- Realizar arrecadações de fundos e montar mesas promocionais em uma variedade de eventos públicos para recrutar novos membros.

- Participar de comícios realizados por organizações afins que se opõem a pessoas ou grupos que os apoiadores antifa chamam de fascistas. Grupos antifa também organizam suas próprias contramanifestações se opondo a comícios fascistas.

- Forçar organizações externas que hospedam palestrantes ou comícios com inclinação fascista a cancelarem tais eventos. Nesses casos, o protesto pode envolver obstruir o acesso aos locais e o lobby intenso junto aos anfitriões. Esse tipo de atividade tem sido chamado de “no platforming” (ou seja, negar aos oponentes uma plataforma pública). Aqueles que defendem a liberdade de expressão têm criticado especialmente esses esforços.

- Remover ou desfigurar panfletos afixados publicamente de inimigos percebidos.

- Publicizar informações sobre inimigos percebidos. Isso pode incluir afiliações a grupos (como a KKK), endereços residenciais, fotografias, números de telefone, perfis em redes sociais e seus empregadores. Esse tipo de atividade, frequentemente envolvendo pesquisa online legal, é chamado de doxxing. Em alguns casos, pessoas inocentes (casos de identidade equivocada) podem ser alvo e ter suas vidas perturbadas pelo doxxing, embora ativistas antifa envolvidos nesse tipo de trabalho afirmem evitar tais resultados.

- Desenvolver regimes de treinamento de autodefesa envolvendo artes marciais e os limites legais que regem itens de autodefesa, como spray de pimenta, bastões retráteis e armas de fogo. Onde e como os seguidores antifa usam esse treinamento e equipamento provavelmente depende em parte da ameaça representada pelos oponentes em comícios ou do risco de prisão e condenação criminal.

 

Colocada a questão nesses termos, estariam os anti-antifa se posicionando ao lado dos fascistas? A armadilha linguística foi confeccionada justamente para isso, eles dependem da mentira e propaganda para sobreviver, mantendo uma falsa aura heroica em suas ações e manifestações, como se estivessem distanciados dos seus irmãos socialistas travestidos de direita, combatendo ativamente o fenômeno autoritário dos tipos de terceira posição.

Mas a verdade é que, para fins da luta ideológica, eles estão pouco se importando quanto à real natureza dos movimentos como os skinheads, nacional-socialistas ou Ku Klux Klan, na medida em que os comunistas manobram a seu bel prazer tais palavras, transformando-as em meras nomenclaturas sem substância, promovendo o enquadramento de seus opositores com a imagem “fascista”. As constantes tentativas de vinculação do carimbo fascista a pessoas que participam do debate público acabam sendo uma campanha para tornar ataques a tais figuras como se fossem legítimos e mandatórios e, como a mentira para o socialista é de caráter existencial (ele depende dela para viver), o militante fará o seu trabalho fingindo estar preocupado com democracia.

Discrição, mapeamento e ação violenta assassina. Pode-se concluir que qualquer militante socialista é um provável marcador de alvos e nunca será digno de confiança, por muito tempo se sustentou a ilusão de relações harmônicas e troca de ideias, mas isso só pode ser feito quando as convicções não atingiram o ponto da cristalização.

Quando o regime de 88 tinha seus anos iniciais, começou a haver uma rediscussão sobre o regime militar. A investigação feita pela própria organização vermelha chegou ao número de pouco mais de 400 pessoas mortas pelo regime, envolvidas na guerrilha rural e urbana.

Processos internacionais também tiveram o papel de acentuar a versão comunista, que buscava enquadrar os governos militares como violadores de direitos humanos e responsáveis por um verdadeiro massacre, como se se tratasse de holocausto ou algo do tipo.

No regime democrático, eles foram convidados a mostrar a que vieram. Além de subverterem o instituto da anistia para rediscutir a punição aos militares responsáveis pela repressão à guerrilha e ao terrorismo, passaram a construir o pano de fundo para as novas oposições que viessem a surgir, ainda que desvinculadas do regime antecedente, mas contrários ao projeto de poder socialista.

E aqui chegamos à constatação de que uma de suas pautas fundamentais refere-se à ideologia feminista. Vira e mexe tem aparecido trabalhos acadêmicos focados na investigação do fenômeno masculinista e a estrutura feita para promover essas pesquisas é a mesma utilizada pelos comunistas para outros propósitos. Nela também observaremos o padrão de mapeamento, repressão e consolidação sempre que os socialistas atingem uma instância de poder.

No tocante ao feminismo, os centros ideológicos da área de humanas ocupam posição de destaque na construção das falsas teses que irão municiar órgãos de estado na sanha persecutória.

Esses trabalhos acadêmicos cumprem uma necessidade de programa de ação ideológica, não científica, e correm ao lado de ONGs que servem de estrutura para a narrativa e blindagem dos governos de esquerda e seus aliados.

Eles se posicionam na condição de vigilantes de um perigo social emergente e procedem ao cumprimento da primeira etapa de todo projeto de ataque censor mais contundente. Aqueles que possuem uma memória normal haverão de recordar o GPS ideológico feito pela Folha de São Paulo em 2019, fazendo uma varredura sobre influenciadores anti-esquerda, fato que precedeu a tomada de ações oficiais pela polícia política.

Então esses documentos de universidades vão sendo compilados paulatinamente, com o viés já direcionado e linguagem adaptada para o convencimento das estruturas jurídicas e judiciárias (as quais, já vimos, não passam de espuma e superficialidade, cumpridoras de comandos e necessidades impostas pela hegemonia ideológica previamente construída).

Todo o mapeamento feito em torno da questão antifeminista está sendo realizado por centros tomados pelos esquerdistas, são os conglomerados de pesquisadores, professores, alunos e estagiários comprometidos com o discurso hegemônico ideológico em detrimento das certezas científicas. Ocuparam posições para isso, então eles repassam para operadores incumbidos de colocar na prática o fraudulento “combate à misoginia”.  

Considerando que todo processo de perseguição precisa ser gestado, planejado e conduzido. Se alguma ação tiver de ser feita contra esse antifeminismo espalhado, já é possível ao menos identificar quais são as forças por trás dessa repressão e o “sujeito oculto” precisa, então, ser devidamente exposto: são os socialistas.

A atividade de censura e repressão é alimentada, formada, conduzida e efetivada por elementos socialistas, seus órgãos de propaganda e persecução. Simples assim.

É necessário sempre ter em mente quem está por trás da perseguição ao trabalho de exposição sistemática das inconsistências e fraudes feministas, tanto em sua natureza ideológica quanto em sua forma institucional. Lendo algumas páginas dos trabalhos acadêmicos aqui anexados, disponíveis na internet, observa-se que seus autores se posicionam como vigilantes de uma misoginia difusa que supostamente arriscaria a segurança das mulheres, marcando esse macrocosmo redpill como fonte do problema e frequentemente associando-o a opositores das correntes de esquerda.

Primeira questão, a clássica pergunta sobre quem vigia os “vigilantes”, que inclusive são pagos com recursos públicos para produzir esses documentos?

Segunda questão: a quem interessa ocultar os responsáveis pela alimentação do complexo de censura, focando-se apenas nos efeitos remotos e finais da perseguição, como o fechamento de canais masculinistas ou mesmo prisões de influenciadores X ou Y; a necessidade de se precaver com instrumentos de segurança e mascaramento digital, instigando sempre um senso de perigo e de autoproteção, mas sem dizer expressamente de onde emana o foco da perseguição aos masculinistas, como se se tratasse de uma chuva forte ou de um terremoto, um caso fortuito ou força maior, desvinculado de um projeto ideológico bem determinado e decididamente esquerdista? A quem interessa que os sujeitos ocultos permaneçam ocultos?

Grosso modo, essa é a questão de ouro envolvendo amigos e inimigos.

O complexo de censura construído pela esquerda é completamente inconciliável com a crítica ao sistema por ela mesma formado, e a pauta feminina é um elemento nuclear de sua agenda. O bloco socialista sabe disso, os antifeministas também devem ter isso bem claro.

As pautas de esquerda vêm indexadas umas às outras e o projeto de luta de classes já teve a sua modalidade de luta de sexos consolidada, não se pode comprar uma sem comprar a outra. Estão mais que interligadas, pertencem ao mesmo sistema, tanto assim que fazendo oposição a uma os socialistas interpretarão como se também se estivesse fazendo oposição à outra, por isso medidas que beneficiem, institucionalmente, interesses de classe do sexo feminino serão inócuas se o combate estiver sendo travado contra outro ponto da agenda revolucionária, a qual se combate integralmente.  

Por fim, destaco que o mapeamento ideológico conta até mesmo com a análise de emojis:



[2]

 

Abaixo alguns trabalhos de mapeamento feitos pelos setores ideológicos que ocupam espaço nas posições acadêmicas:

 

Machosfera no Brasil: desafios práticos e éticos na cobertura jornalística da misoginia nas redes sociais. Disponível em https://www.e-compos.org.br/e-compos/article/view/3146 ; https://www.e-compos.org.br/e-compos/article/download/3146/2210/16062

A "MACHOSFERA" E AS NOVAS MASCULINIDADES: A RECEPÇÃO BRASILEIRA NAS REDES SOCIAIS. Disponível em  https://www.sbs2025.sbsociologia.com.br/arquivo/downloadpublic?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9BUlFVSVZPXCI6XCI1NjQ4XCJ9IiwiaCI6ImEyNmViNmM2NzA0Y2FhZjcwNTc1NzhlMWY5MjcxOGI1In0%3D

“É pra rir?”: O uso dos memes na machosfera brasileira para sustentar ideologias misóginas. https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/10441736.pdf

Um bando de lobos solitários: Uma análise dos memes de mentalidade Sigma na machosfera do Instagram brasileiro. https://periodicos.pucminas.br/dispositiva/article/view/30584

Trabalho de Conclusão de Curso – “Movidos pelo ódio: a machosfera e o desejo de supremacia masculina”. https://bdm.unb.br/bitstream/10483/38494/1/2023_ChristianCaetanoDeLima_tcc.pdf

Red pill, incels e a misoginia da manosfera. https://bdta.abcd.usp.br/directbitstream/229349fb-aefa-45bd-876e-bd4ec3bda486/tc4936-Jose-Silva-Alerta.pdf

Da manosphere à machosfera: práticas (sub)culturais masculinistas em plataformas anonimizadas. https://revistaecopos.eco.ufrj.br/eco_pos/article/download/27703/15230/70846

A manosfera brasileira. https://www.sbs2025.sbsociologia.com.br/trabalho/view?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9UUkFCQUxIT1wiOlwiNzYxXCJ9IiwiaCI6IjczMDVmNWVjMmMzMDczODMzNGRmMzdmMzkxYzI2YmNkIn0%3D

Misoginia online: manosfera e a red pill no ambiente virtual brasileiro. https://lume.ufrgs.br/handle/10183/276712

IDEOLOGIA REDPILL E IMPACTOS NA VIOLÊNCIA DE GÊNERO. https://revistageo.com.br/revista/article/view/1142

RED PILL E A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. https://ojs.revistacontemporanea.com/ojs/index.php/home/article/download/8381/5828/23804

MACHISMOS VIRTUAIS: DISCURSOS MASCULINISTAS EM CANAIS RED PILL BRASILEIROS DE YOUTUBE. https://exaequo.apem-estudos.org/files/2025-07/n51-a02-v-ferreira.pdf ; https://doaj.org/article/5b4d275459504f68a60b5e521254bdc8

I NEVER WANNA MISS YOU AGAIN: Uma análise da utilização do Tik Tok na comunidade redpill no Brasil. https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/40432/3/I%20Never%20Wanna%20Miss%20You%20Again%20Uma%20An%c3%a1lise%20da%20Utiliza%c3%a7%c3%a3o%20do%20Tik%20Tok%20na%20Comunidade%20Redpill%20no%20Brasil%20%e2%80%94%20Yasmin%20Morais%20Farias.pdf

Propiciação algorítmica ou reação às políticas de gênero? Antifeminismo e conspiritualidade nas novas mídias digitais. https://www.scielo.br/j/mediacoes/a/bFvwZf5kvWHwWHLx9yJX3rb

Representações sociais emergentes no universo Red Pill e MGTOW brasileiro. https://www.e-compos.org.br/e-compos/article/download/2870/2181/15370 ; https://www.e-compos.org.br/e-compos/article/view/2870

“Tome a pílula vermelha e saia da matrix!”: Discurso e perspectivas da ideologia red pill no Brasil. https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/23829/1/JBidao.pdf

REDPILL: A PROPAGAÇÃO ONLINE DE UM MOVIMENTO MACHISTA. https://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2024/anais/arquivos/RE_0864_0519_01.pdf

Alfas, redpills e outras polêmicas tragicômicas no YouTube. https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/10441751.pdf

O movimento red pill no Brasil e os desdobramentos da misoginia online. https://www.direitoshumanos2025.abrasme.org.br/trabalho/view?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9UUkFCQUxIT1wiOlwiNTU3XCJ9IiwiaCI6ImVlNjcxN2ZjZGJkYmJmZjAxOWIxYjcyNTY0NTRhODQ1In0%3D

O consumo de discursos red pill e antifeministas na ascensão do conservadorismo nas mídias sociais. https://proceedings.science/comunicon/comunicon-2025/trabalhos/o-consumo-de-discursos-red-pill-e-antifeministas-na-ascensao-do-conservadorismo?lang=pt-br

A ASCENSÃO DO MOVIMENTO RED PILL NO BRASIL: ANÁLISE DA PROPAGAÇÃO DE IDEAIS MISÓGINOS NO INSTAGRAM. https://cdn.prod.website-files.com/655df2405bb5d917601b0774/67d047de9b98be40b43dd787_Disserta%C3%A7%C3%A3o%20Carolina%20Fontes%20Lima%20Ten%C3%B3rio.pdf

Argumentação polêmica e ideologia em comentários online sobre o feminismo e o red pill. https://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/download/4818/2875

ENTRE POPULISMO PENAL E POPULISMO DIGITAL: discursos masculinistas e a comunidade Red Pill no YouTube brasileiro. https://periodicos.ufba.br/index.php/crh/article/view/66936

Narrativas masculinistas e misoginia digital: o papel de Thiago Schutz na propagação do discurso Red Pill no Brasil. https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/19649 ; https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/19649/1/analuizavieiramorais.pdf

A CASA DOS HOMENS E MOVIMENTO REDPILL/MGTOW: ETNOGRAFIA DE GRUPOS MISÓGINOS EM REDES SOCIAIS NO BRASIL. https://publicacoes.unigranrio.edu.br/amp/article/view/9095

Categorização das novas masculinidades em ambientes socioinformacionais: reflexões a partir dos estudos de gênero. https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/9561214.pdf

Os segredos da pílula vermelha. https://revistas.usp.br/matrizes/article/download/223269/217058/780486 ; https://www.researchgate.net/publication/395257973_Os_segredos_da_pilula_vermelha_machismo_e_imaginacao_reacionaria_na_internet

Antifeminismo, desinformação de gênero e grupos masculinistas: reflexões da CI e biblioteconomia no enfrentamento à misoginia no ambiente universitário. https://portal.febab.org.br/snbu2025/article/download/4012/3353

Masculinidades em disputa, violência contra a mulher e os grupos reflexivos. https://ojs.defensoria.sp.def.br/index.php/RDPSP/article/view/221 ; https://ojs.defensoria.sp.def.br/index.php/RDPSP/article/view/221/99

“APRENDA A EVITAR 'ESSE TIPO' DE MULHER”: ESTRATÉGIAS DISCURSIVAS E MONETIZAÇÃO DA MISOGINIA NO YOUTUBE. https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/publicacoes/RelatrioCompletoEstratgiasdiscursivasemonetizaodamisoginianoYouTube.pdf

A instrumentalização da misoginia: uma análise do fenômeno masculinista no cenário brasileiro. https://static.casperlibero.edu.br/uploads/2025/11/RafaelaLima_Artigofinal.pdf

MASCULINISMO E MISOGINIA NO PROGRAMA JOVEM PAN MORNING SHOW. https://www.scielo.br/j/ccrh/a/qKPYpt4HHbWPvnq94BmDVCn?lang=pt

A queda na toca do coelho branco: o ciberativismo masculinista na formação de grupos de ódio e extrema-direita no Brasil. https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/255954

DOS MOVIMENTOS MASCULINISTAS AO MAL-ESTAR MASCULINO. https://periodicos.furg.br/divedu/article/view/19953

MASCULINISMO: misoginia e redes de ódio no contexto da radicalização política no Brasil. https://web.sistemas.pucminas.br/BDP/PUC%20Minas/Home/Visualizar?seq=1F1530577D6D5382BA593D70E59885EA

MISOGINIA, MASCULINISMO E RESISTÊNCIA NAS REDES SOCIAIS. https://proceedings.science/cshs-2023/trabalhos/misoginia-masculinismo-e-resistencia-nas-redes-sociais-os-ataques-a-lola-aronovi?lang=pt-br

Virilidade e os discursos masculinistas: um "novo homem" para a sociedade brasileira. https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1290220

DE MERDALHERES A CONSERVADIAS: O DISCURSO DE ÓDIO MASCULINISTA. https://encontro2023.anpocs.org.br/arquivo/downloadpublic?q=YToyOntzOjY6InBhcmFtcyI7czozNToiYToxOntzOjEwOiJJRF9BUlFVSVZPIjtzOjQ6IjgwNTIiO30iO3M6MToiaCI7czozMjoiNGE1ODZjZTczMjYyOWY0YWY2YzVjYzYyOTVkNDczNDgiO30%3D

MOVIMENTOS MASCULINISTAS E A DISSEMINAÇÃO DA MISOGINIA, MANIFESTOS DE VIOLÊNCIA E DE GÊNERO. https://biblioteca.univali.br/pergamumweb/vinculos/pdf/ANNI%20KAROLINI%20CABRAL%20DIAS.pdf

Desinformação de gênero facilitada pela tecnologia: Gendered disinformation. https://periodicos.ufs.br/conci/article/download/23717/17847/79471

Análise Dos Conteúdos Antifeministas Na Rede Social Instagram. https://www.direitoshumanos2025.abrasme.org.br/trabalho/view?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9UUkFCQUxIT1wiOlwiNDQxXCJ9IiwiaCI6ImMyODNiM2Y1MzYyNmYxOTdlZjY5MWI4MDQ1NzUwOTI1In0%3D

Antifeminismo no Instagram: como conservadores atribuem ao feminismo a culpa por problemas sociais. https://sistemas.intercom.org.br/pdf/submissao/nacional/17/07202024222318669c63060175b.pdf

O CONTRADISCURSO DE RESISTÊNCIA FEMINISTA EM INTERAÇÕES ONLINE: ESTRATÉGIAS NO COMBATE AO ANTIFEMINISMO. https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/56524 ; https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/56524/5/2020_dis_scabreu.pdf

Extremismo e lutas por falso reconhecimento: uma análise dos grupos masculinistas brasileiros (Bruna Silveira Martins de Oliveira).  https://repositorio.ufmg.br/server/api/core/bitstreams/742526a0-6da0-4d9f-869d-8026fd4fa480/content

 

 

REFERÊNCIAS

BRAY, Mark. Antifa – O manual antifascista. P. 257/258 – versão digital.

COUTINHO, Sérgio. A Revolução Gramscista no Ocidente: a concepção revolucionária de Antônio Gramsci em Cadernos do Cárcere. P. 53 – versão digital

O apoio da Rússia a movimentos como Antifa e Black Live Matters https://www.estudosnacionais.com/42767/o-apoio-da-russia-a-movimentos-como-antifa-e-black-live-matters/

Todo socialista é um assassino, só espera a oportunidade. Mensagens de aprovação ao atentado contra Kirk. https://x.com/reportersalles/status/1966111078238269840

Manual Antifa recomenda “mapeamento” dos opositores – o esquema socialista está por trás das perseguições e da censura

  Em “Os Demônios”, Dostoiévski retratou a ação revolucionária de um grupo dedicado a fomentar o caos e assassinatos com finalidades polític...