Em “Os Demônios”, Dostoiévski
retratou a ação revolucionária de um grupo dedicado a fomentar o caos e
assassinatos com finalidades políticas. A inspiração veio da própria
efervescência militante da época e de um julgamento real, ocorrido em São
Petersburgo, em torno de um homicídio cometido por membros de um grupo
socialista contra um de seus comparsas. O escritor compareceu às próprias
sessões da Corte para tomar notas a fim de subsidiar a trama.
Como ele apenas registrava um
fenômeno que estava longe de se esgotar, passados mais de cento e cinquenta
anos a vida continua repetindo os modelos eternizados pela literatura.
O movimento antifa é uma
militância socialista que usa o combate ao fascismo como pretexto para poder
atingir os seus alvos. Trata-se de um movimento de vocação internacional em sua
forma e em suas finalidades.
Nenhum deles tem um conceito
certo sobre fascismo ou nacional-socialismo, mas se movimentam com base em
imagens, percepções e sensações que essas palavras evocam. Há décadas, para o
movimento comunista, todo tipo de anticomunismo precisa ser caracterizado como
fascismo.
Uma observação assevera bem o
modo de proceder desse tipo de máfia ou culto, eles não te matam por ser
fascista, te chamam de fascista para poder te matar. O recente assassinato de
um proeminente ativista norte-americano é apenas mais um capítulo no histórico
assassino dos movimentos de esquerda, porque “todo comunista é um assassino, só espera a oportunidade”.
Se um dado grupo se considera
legitimado a suprimir a vida dos opositores, esse fator deve ser submetido a
uma análise fria.
O manual antifa (de Mark Bray)
recomenda mapear "inimigos" no bairro e ganhar a confiança da
comunidade. Ele espera que os membros pertençam a uma rede e coletem nomes e
informações residenciais sobre conservadores e outros indivíduos patrióticos.
Eles têm medo de se chamar de comunistas, então dizem simplesmente "antifascista",
e usarão essa palavra como pretexto para fazer o que quiserem, é um grupo
terrorista e toda organização antifa deve ser desmantelada, portanto a
classificação dos antifas como um grupo terrorista é acertada.
As ações bem sucedidas são
tomadas após uma colheita satisfatória de informações. Uma investigação
provavelmente reuniria informações sobre novos assassinatos que estão sendo
planejados no Discord ou quaisquer meios semelhantes a isso exatamente neste
momento, tivemos um vislumbre recente com o atentado ao ativista Charlie Kirk.
Aqui colaciono algumas citações
sobre isso, encontradas no manual:
“Faça sua pesquisa. Uma das coisas mais
eficazes que você pode fazer como um antifascista é entender seu oponente,
saber onde ele se reúne, como ele se organiza. Então seja eficiente em como
você acaba com eles”.
– JIM, REINO UNIDO
“Compreenda quais recursos a
extrema-direita possui, colete informações pessoais e públicas sobre onde eles
vivem, trabalham, o que fazem, quais ideias estão espalhadas em suas sociedades
– para poder reagir na mesma escala”.
– YAN, RÚSSIA
“O antifascismo deve ser liderado
pela inteligência... você não pode fazer as coisas de forma abstrata... Saiba o
que eles estão fazendo, o que eles estão falando, saiba quais grupos destruir,
aprenda sobre suas facções internas, trabalhe nisso, aproveite, divida e
conquiste”.
– PAUL BOWMAN, REINO UNIDO
(BRAY, Mark. Antifa – O manual
antifascista. P. 257/258).
Essas recomendações sempre são
feitas com uma linguagem mesclada com slogans e fabricações que visam legitimar
os atos de seus agentes. Todo esquerdista precisa se apoiar numa fraude
conceitual para melhor exercer o seu poder e justificar transgressões perante a
mídia, a comunidade, as autoridades e seus familiares.
O tom é sempre de caráter
apelativo, visando instigar a militância ativa, os protestos que ocorrem nos
Estados Unidos tentando blindar os imigrantes ilegais e enfraquecer agências de
segurança têm congregado militantes organizados.
Um relatório do Congresso americano[1]
reuniu mais alguns pontos sobre o padrão de ação desses internacionalistas:
A literatura do movimento antifa
enfatiza várias maneiras de “tomar ação”. A mesma fonte do movimento que
descreve as “obrigações” antifa incentiva os seguidores a perseguirem algumas
atividades que parecem ser protestos comuns e legais, bem como outras
atividades que parecem mais confrontacionais. Entre suas sugestões, ela
incentiva os adeptos a fazerem o seguinte:
- Desenvolver uma presença online/nas
redes sociais para promover visões antifa e recrutar.
- Monitorar as atividades de grupos
como a KKK, skinheads racistas e neonazistas, bem como pessoas que se descrevem
como nacionalistas brancos, entre outros.
- Realizar arrecadações de fundos e
montar mesas promocionais em uma variedade de eventos públicos para recrutar
novos membros.
- Participar de comícios realizados
por organizações afins que se opõem a pessoas ou grupos que os apoiadores
antifa chamam de fascistas. Grupos antifa também organizam suas próprias
contramanifestações se opondo a comícios fascistas.
- Forçar organizações externas que
hospedam palestrantes ou comícios com inclinação fascista a cancelarem tais
eventos. Nesses casos, o protesto pode envolver obstruir o acesso aos locais e
o lobby intenso junto aos anfitriões. Esse tipo de atividade tem sido chamado
de “no platforming” (ou seja, negar aos oponentes uma plataforma pública). Aqueles
que defendem a liberdade de expressão têm criticado especialmente esses
esforços.
- Remover ou desfigurar panfletos afixados
publicamente de inimigos percebidos.
- Publicizar informações sobre
inimigos percebidos. Isso pode incluir afiliações a grupos (como a KKK),
endereços residenciais, fotografias, números de telefone, perfis em redes
sociais e seus empregadores. Esse tipo de atividade, frequentemente envolvendo
pesquisa online legal, é chamado de doxxing. Em alguns casos, pessoas inocentes
(casos de identidade equivocada) podem ser alvo e ter suas vidas perturbadas
pelo doxxing, embora ativistas antifa envolvidos nesse tipo de trabalho afirmem
evitar tais resultados.
- Desenvolver regimes de treinamento
de autodefesa envolvendo artes marciais e os limites legais que regem itens de
autodefesa, como spray de pimenta, bastões retráteis e armas de fogo. Onde e
como os seguidores antifa usam esse treinamento e equipamento provavelmente
depende em parte da ameaça representada pelos oponentes em comícios ou do risco
de prisão e condenação criminal.
Colocada a questão nesses termos,
estariam os anti-antifa se posicionando ao lado dos fascistas? A armadilha
linguística foi confeccionada justamente para isso, eles dependem da mentira e
propaganda para sobreviver, mantendo uma falsa aura heroica em suas ações e
manifestações, como se estivessem distanciados dos seus irmãos socialistas
travestidos de direita, combatendo ativamente o fenômeno autoritário dos tipos
de terceira posição.
Mas a verdade é que, para fins da
luta ideológica, eles estão pouco se importando quanto à real natureza dos
movimentos como os skinheads, nacional-socialistas ou Ku Klux Klan, na medida
em que os comunistas manobram a seu bel prazer tais palavras, transformando-as
em meras nomenclaturas sem substância, promovendo o enquadramento de seus
opositores com a imagem “fascista”. As constantes tentativas de vinculação do
carimbo fascista a pessoas que participam do debate público acabam sendo uma
campanha para tornar ataques a tais figuras como se fossem legítimos e
mandatórios e, como a mentira para o socialista é de caráter existencial (ele
depende dela para viver), o militante fará o seu trabalho fingindo estar
preocupado com democracia.
Discrição, mapeamento e ação
violenta assassina. Pode-se concluir que qualquer militante socialista é um
provável marcador de alvos e nunca será digno de confiança, por muito tempo se
sustentou a ilusão de relações harmônicas e troca de ideias, mas isso só pode
ser feito quando as convicções não atingiram o ponto da cristalização.
Quando o regime de 88 tinha seus
anos iniciais, começou a haver uma rediscussão sobre o regime militar. A
investigação feita pela própria organização vermelha chegou ao número de pouco
mais de 400 pessoas mortas pelo regime, envolvidas na guerrilha rural e urbana.
Processos internacionais também
tiveram o papel de acentuar a versão comunista, que buscava enquadrar os
governos militares como violadores de direitos humanos e responsáveis por um
verdadeiro massacre, como se se tratasse de holocausto ou algo do tipo.
No regime democrático, eles foram
convidados a mostrar a que vieram. Além de subverterem o instituto da anistia
para rediscutir a punição aos militares responsáveis pela repressão à guerrilha
e ao terrorismo, passaram a construir o pano de fundo para as novas oposições
que viessem a surgir, ainda que desvinculadas do regime antecedente, mas contrários
ao projeto de poder socialista.
E aqui chegamos à constatação de
que uma de suas pautas fundamentais refere-se à ideologia feminista. Vira e
mexe tem aparecido trabalhos acadêmicos focados na investigação do fenômeno
masculinista e a estrutura feita para promover essas pesquisas é a mesma
utilizada pelos comunistas para outros propósitos. Nela também observaremos o
padrão de mapeamento, repressão e consolidação sempre que os socialistas
atingem uma instância de poder.
No tocante ao feminismo, os
centros ideológicos da área de humanas ocupam posição de destaque na construção
das falsas teses que irão municiar órgãos de estado na sanha persecutória.
Esses trabalhos acadêmicos
cumprem uma necessidade de programa de ação ideológica, não científica, e
correm ao lado de ONGs que servem de estrutura para a narrativa e blindagem dos
governos de esquerda e seus aliados.
Eles se posicionam na condição de
vigilantes de um perigo social emergente e procedem ao cumprimento da primeira
etapa de todo projeto de ataque censor mais contundente. Aqueles que possuem
uma memória normal haverão de recordar o GPS ideológico feito pela Folha de São
Paulo em 2019, fazendo uma varredura sobre influenciadores anti-esquerda, fato
que precedeu a tomada de ações oficiais pela polícia política.
Então esses documentos de
universidades vão sendo compilados paulatinamente, com o viés já direcionado e
linguagem adaptada para o convencimento das estruturas jurídicas e judiciárias
(as quais, já vimos, não passam de espuma e superficialidade, cumpridoras de
comandos e necessidades impostas pela hegemonia ideológica previamente
construída).
Todo o mapeamento feito em torno
da questão antifeminista está sendo realizado por centros tomados pelos esquerdistas,
são os conglomerados de pesquisadores, professores, alunos e estagiários
comprometidos com o discurso hegemônico ideológico em detrimento das certezas
científicas. Ocuparam posições para isso, então eles repassam para operadores
incumbidos de colocar na prática o fraudulento “combate à misoginia”.
Considerando que todo processo de
perseguição precisa ser gestado, planejado e conduzido. Se alguma ação tiver de
ser feita contra esse antifeminismo espalhado, já é possível ao menos
identificar quais são as forças por trás dessa repressão e o “sujeito oculto”
precisa, então, ser devidamente exposto: são os socialistas.
A atividade de censura e
repressão é alimentada, formada, conduzida e efetivada por elementos
socialistas, seus órgãos de propaganda e persecução. Simples assim.
É necessário sempre ter em mente
quem está por trás da perseguição ao trabalho de exposição sistemática das
inconsistências e fraudes feministas, tanto em sua natureza ideológica quanto
em sua forma institucional. Lendo algumas páginas dos trabalhos acadêmicos aqui
anexados, disponíveis na internet, observa-se que seus autores se posicionam
como vigilantes de uma misoginia difusa que supostamente arriscaria a segurança
das mulheres, marcando esse macrocosmo redpill como fonte do problema e
frequentemente associando-o a opositores das correntes de esquerda.
Primeira questão, a clássica
pergunta sobre quem vigia os “vigilantes”, que inclusive são pagos com recursos
públicos para produzir esses documentos?
Segunda questão: a quem interessa
ocultar os responsáveis pela alimentação do complexo de censura, focando-se
apenas nos efeitos remotos e finais da perseguição, como o fechamento de canais
masculinistas ou mesmo prisões de influenciadores X ou Y; a necessidade de se
precaver com instrumentos de segurança e mascaramento digital, instigando
sempre um senso de perigo e de autoproteção, mas sem dizer expressamente de
onde emana o foco da perseguição aos masculinistas, como se se tratasse de uma
chuva forte ou de um terremoto, um caso fortuito ou força maior, desvinculado
de um projeto ideológico bem determinado e decididamente esquerdista? A quem
interessa que os sujeitos ocultos permaneçam ocultos?
Grosso modo, essa é a questão de
ouro envolvendo amigos e inimigos.
O complexo de censura construído
pela esquerda é completamente inconciliável com a crítica ao sistema por ela mesma
formado, e a pauta feminina é um elemento nuclear de sua agenda. O bloco
socialista sabe disso, os antifeministas também devem ter isso bem claro.
As pautas de esquerda vêm
indexadas umas às outras e o projeto de luta de classes já teve a sua
modalidade de luta de sexos consolidada, não se pode comprar uma sem comprar a
outra. Estão mais que interligadas, pertencem ao mesmo sistema, tanto assim que
fazendo oposição a uma os socialistas interpretarão como se também se estivesse
fazendo oposição à outra, por isso medidas que beneficiem, institucionalmente,
interesses de classe do sexo feminino serão inócuas se o combate estiver sendo
travado contra outro ponto da agenda revolucionária, a qual se combate
integralmente.
Por fim, destaco que o mapeamento
ideológico conta até mesmo com a análise de emojis:
Abaixo alguns trabalhos de
mapeamento feitos pelos setores ideológicos que ocupam espaço nas posições
acadêmicas:
Machosfera no Brasil: desafios práticos e éticos na cobertura
jornalística da misoginia nas redes sociais. Disponível em https://www.e-compos.org.br/e-compos/article/view/3146
; https://www.e-compos.org.br/e-compos/article/download/3146/2210/16062
A "MACHOSFERA" E AS NOVAS MASCULINIDADES: A RECEPÇÃO
BRASILEIRA NAS REDES SOCIAIS. Disponível em
https://www.sbs2025.sbsociologia.com.br/arquivo/downloadpublic?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9BUlFVSVZPXCI6XCI1NjQ4XCJ9IiwiaCI6ImEyNmViNmM2NzA0Y2FhZjcwNTc1NzhlMWY5MjcxOGI1In0%3D
“É pra rir?”: O uso dos memes na machosfera brasileira para sustentar
ideologias misóginas. https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/10441736.pdf
Um bando de lobos solitários: Uma análise dos memes de mentalidade
Sigma na machosfera do Instagram brasileiro. https://periodicos.pucminas.br/dispositiva/article/view/30584
Trabalho de Conclusão de Curso – “Movidos pelo ódio: a machosfera e o
desejo de supremacia masculina”. https://bdm.unb.br/bitstream/10483/38494/1/2023_ChristianCaetanoDeLima_tcc.pdf
Red pill, incels e a misoginia da manosfera. https://bdta.abcd.usp.br/directbitstream/229349fb-aefa-45bd-876e-bd4ec3bda486/tc4936-Jose-Silva-Alerta.pdf
Da manosphere à machosfera: práticas (sub)culturais masculinistas em
plataformas anonimizadas. https://revistaecopos.eco.ufrj.br/eco_pos/article/download/27703/15230/70846
A manosfera brasileira. https://www.sbs2025.sbsociologia.com.br/trabalho/view?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9UUkFCQUxIT1wiOlwiNzYxXCJ9IiwiaCI6IjczMDVmNWVjMmMzMDczODMzNGRmMzdmMzkxYzI2YmNkIn0%3D
Misoginia online: manosfera e a red pill no ambiente virtual brasileiro.
https://lume.ufrgs.br/handle/10183/276712
IDEOLOGIA REDPILL E IMPACTOS NA VIOLÊNCIA DE GÊNERO. https://revistageo.com.br/revista/article/view/1142
RED PILL E A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. https://ojs.revistacontemporanea.com/ojs/index.php/home/article/download/8381/5828/23804
MACHISMOS VIRTUAIS: DISCURSOS MASCULINISTAS EM CANAIS RED PILL
BRASILEIROS DE YOUTUBE. https://exaequo.apem-estudos.org/files/2025-07/n51-a02-v-ferreira.pdf
; https://doaj.org/article/5b4d275459504f68a60b5e521254bdc8
I NEVER WANNA MISS YOU AGAIN: Uma análise da utilização do Tik Tok na
comunidade redpill no Brasil. https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/40432/3/I%20Never%20Wanna%20Miss%20You%20Again%20Uma%20An%c3%a1lise%20da%20Utiliza%c3%a7%c3%a3o%20do%20Tik%20Tok%20na%20Comunidade%20Redpill%20no%20Brasil%20%e2%80%94%20Yasmin%20Morais%20Farias.pdf
Propiciação algorítmica ou reação às políticas de gênero? Antifeminismo
e conspiritualidade nas novas mídias digitais. https://www.scielo.br/j/mediacoes/a/bFvwZf5kvWHwWHLx9yJX3rb
Representações sociais emergentes no universo Red Pill e MGTOW
brasileiro. https://www.e-compos.org.br/e-compos/article/download/2870/2181/15370
; https://www.e-compos.org.br/e-compos/article/view/2870
“Tome a pílula vermelha e saia da matrix!”: Discurso e perspectivas da
ideologia red pill no Brasil. https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/23829/1/JBidao.pdf
REDPILL: A PROPAGAÇÃO ONLINE DE UM MOVIMENTO MACHISTA. https://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2024/anais/arquivos/RE_0864_0519_01.pdf
Alfas, redpills e outras polêmicas tragicômicas no YouTube. https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/10441751.pdf
O movimento red pill no Brasil e os desdobramentos da misoginia online.
https://www.direitoshumanos2025.abrasme.org.br/trabalho/view?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9UUkFCQUxIT1wiOlwiNTU3XCJ9IiwiaCI6ImVlNjcxN2ZjZGJkYmJmZjAxOWIxYjcyNTY0NTRhODQ1In0%3D
O consumo de discursos red pill e antifeministas na ascensão do
conservadorismo nas mídias sociais. https://proceedings.science/comunicon/comunicon-2025/trabalhos/o-consumo-de-discursos-red-pill-e-antifeministas-na-ascensao-do-conservadorismo?lang=pt-br
A ASCENSÃO DO MOVIMENTO RED PILL NO BRASIL: ANÁLISE DA PROPAGAÇÃO DE
IDEAIS MISÓGINOS NO INSTAGRAM. https://cdn.prod.website-files.com/655df2405bb5d917601b0774/67d047de9b98be40b43dd787_Disserta%C3%A7%C3%A3o%20Carolina%20Fontes%20Lima%20Ten%C3%B3rio.pdf
Argumentação polêmica e ideologia em comentários online sobre o
feminismo e o red pill. https://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/download/4818/2875
ENTRE POPULISMO PENAL E
POPULISMO DIGITAL: discursos masculinistas e a comunidade Red Pill no YouTube
brasileiro. https://periodicos.ufba.br/index.php/crh/article/view/66936
Narrativas masculinistas e misoginia digital: o papel de Thiago Schutz
na propagação do discurso Red Pill no Brasil. https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/19649
; https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/19649/1/analuizavieiramorais.pdf
A CASA DOS HOMENS E MOVIMENTO REDPILL/MGTOW: ETNOGRAFIA DE GRUPOS
MISÓGINOS EM REDES SOCIAIS NO BRASIL. https://publicacoes.unigranrio.edu.br/amp/article/view/9095
Categorização das novas masculinidades em ambientes
socioinformacionais: reflexões a partir dos estudos de gênero. https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/9561214.pdf
Os segredos da pílula vermelha. https://revistas.usp.br/matrizes/article/download/223269/217058/780486
; https://www.researchgate.net/publication/395257973_Os_segredos_da_pilula_vermelha_machismo_e_imaginacao_reacionaria_na_internet
Antifeminismo, desinformação de gênero e grupos masculinistas: reflexões
da CI e biblioteconomia no enfrentamento à misoginia no ambiente universitário.
https://portal.febab.org.br/snbu2025/article/download/4012/3353
Masculinidades em disputa, violência contra a mulher e os grupos
reflexivos. https://ojs.defensoria.sp.def.br/index.php/RDPSP/article/view/221
; https://ojs.defensoria.sp.def.br/index.php/RDPSP/article/view/221/99
“APRENDA A EVITAR 'ESSE TIPO' DE MULHER”: ESTRATÉGIAS DISCURSIVAS E
MONETIZAÇÃO DA MISOGINIA NO YOUTUBE. https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/publicacoes/RelatrioCompletoEstratgiasdiscursivasemonetizaodamisoginianoYouTube.pdf
A instrumentalização da misoginia: uma análise do fenômeno masculinista
no cenário brasileiro. https://static.casperlibero.edu.br/uploads/2025/11/RafaelaLima_Artigofinal.pdf
MASCULINISMO E MISOGINIA NO PROGRAMA JOVEM PAN MORNING SHOW. https://www.scielo.br/j/ccrh/a/qKPYpt4HHbWPvnq94BmDVCn?lang=pt
A queda na toca do coelho branco: o ciberativismo masculinista na
formação de grupos de ódio e extrema-direita no Brasil. https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/255954
DOS MOVIMENTOS
MASCULINISTAS AO MAL-ESTAR MASCULINO. https://periodicos.furg.br/divedu/article/view/19953
MASCULINISMO: misoginia e redes de ódio no contexto da radicalização
política no Brasil. https://web.sistemas.pucminas.br/BDP/PUC%20Minas/Home/Visualizar?seq=1F1530577D6D5382BA593D70E59885EA
MISOGINIA, MASCULINISMO E RESISTÊNCIA NAS REDES SOCIAIS. https://proceedings.science/cshs-2023/trabalhos/misoginia-masculinismo-e-resistencia-nas-redes-sociais-os-ataques-a-lola-aronovi?lang=pt-br
Virilidade e os discursos masculinistas: um "novo homem" para
a sociedade brasileira. https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1290220
DE MERDALHERES A CONSERVADIAS: O DISCURSO DE ÓDIO MASCULINISTA. https://encontro2023.anpocs.org.br/arquivo/downloadpublic?q=YToyOntzOjY6InBhcmFtcyI7czozNToiYToxOntzOjEwOiJJRF9BUlFVSVZPIjtzOjQ6IjgwNTIiO30iO3M6MToiaCI7czozMjoiNGE1ODZjZTczMjYyOWY0YWY2YzVjYzYyOTVkNDczNDgiO30%3D
MOVIMENTOS MASCULINISTAS E A DISSEMINAÇÃO DA MISOGINIA, MANIFESTOS DE
VIOLÊNCIA E DE GÊNERO. https://biblioteca.univali.br/pergamumweb/vinculos/pdf/ANNI%20KAROLINI%20CABRAL%20DIAS.pdf
Desinformação de gênero facilitada pela tecnologia: Gendered
disinformation. https://periodicos.ufs.br/conci/article/download/23717/17847/79471
Análise Dos Conteúdos Antifeministas Na Rede Social Instagram. https://www.direitoshumanos2025.abrasme.org.br/trabalho/view?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9UUkFCQUxIT1wiOlwiNDQxXCJ9IiwiaCI6ImMyODNiM2Y1MzYyNmYxOTdlZjY5MWI4MDQ1NzUwOTI1In0%3D
Antifeminismo no Instagram: como conservadores atribuem ao feminismo a
culpa por problemas sociais. https://sistemas.intercom.org.br/pdf/submissao/nacional/17/07202024222318669c63060175b.pdf
O CONTRADISCURSO DE RESISTÊNCIA FEMINISTA EM INTERAÇÕES ONLINE:
ESTRATÉGIAS NO COMBATE AO ANTIFEMINISMO. https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/56524
; https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/56524/5/2020_dis_scabreu.pdf
Extremismo e lutas por falso reconhecimento: uma análise dos grupos
masculinistas brasileiros (Bruna Silveira Martins de Oliveira). https://repositorio.ufmg.br/server/api/core/bitstreams/742526a0-6da0-4d9f-869d-8026fd4fa480/content
REFERÊNCIAS
BRAY, Mark. Antifa – O manual antifascista. P. 257/258 –
versão digital.
COUTINHO, Sérgio. A Revolução Gramscista no Ocidente: a concepção
revolucionária de Antônio Gramsci em Cadernos do Cárcere. P. 53 – versão
digital
O apoio da Rússia a movimentos
como Antifa e Black Live Matters https://www.estudosnacionais.com/42767/o-apoio-da-russia-a-movimentos-como-antifa-e-black-live-matters/
Todo socialista é um assassino, só espera a oportunidade. Mensagens de
aprovação ao atentado contra Kirk. https://x.com/reportersalles/status/1966111078238269840
